Sou liberal mas…

Esteve prevista para Maio a liberalização do domínio .PT, que iria tornar o nosso domínio português igual a tantos outros: numa lógica de “quem chega em último perdeu o lugar” propõe-se que qualquer indivíduo ou organização possa comprar domínios .PT a seu bel-prazer, desde que os mesmos não estejam ocupados. Esta medida insere-se no programa Simplex.

Até aqui, qualquer registo de domínio .PT obriga o interessado a provar deter os direitos do nome que pretende registar. Só empresários em nome individual, sociedades por quotas ou anónimas, associações, ou marcas registadas, têm direito próprio a um domínio .PT.

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Un modelo de análisis del efecto de la promoción de ventas en productos de gran consumo

Temas: Gestão da Distribuição

Resumo:
El propósito de este trabajo es analizar los efectos reales de la promoción de ventas en productos de Gran Consumo.

Se explica por medio de un modelo de ecuaciones estructurales como el incremento de ventas por actividad promocional en categorías maduras está motivado por el anticipo de la compra.
Se confirma la importancia de variables comerciales como diferencial de precio y presencia de marca en el surtido en la explicación de la evolución de la cuota de marca en el corto y en el largo plazo.
Las conclusiones alcanzadas son muy relevantes para los gestores de marcas del sector de ‘Gran Consumo’, y para la relación de poder entre fabricantes y detallistas.

Miguel Llorens Marín, Miguel Martín Dávila, Jean-Pierre Lévy Mangin
in RPM 21

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O Impacto do Marketing no Desporto

Marketing para desporto ou marketing desportivo? As duas versões são utilizadas por investigadores, académicos, profissionais e meios de comunicação social. Independentemente de discutirmos qual a versão mais correcta, importa perceber de que forma o marketing faz sentir o seu impacto no mundo do desporto.

O desporto tem sido alvo de profundas alterações, principalmente durante a segunda metade do século XX. Antigamente era habitual associarmos o desporto a determinadas características como o amor à camisola, a nobreza, o prazer da competição, os insuficientes conhecimentos médicos, as deficiências dos métodos de treino, enfim o amadorismo em estado puro com as respectivas vantagens e desvantagens. Na última metade do século XX, a realidade foi profundamente alterada, sendo mais habitual hoje em dia associar ao desporto palavras até então desconhecidas como merchandising, direitos de imagem, ligas profissionais, bilhetes de temporada, audiências televisivas ou patrocínios.

Esta clara empresarialização do desporto vem de encontro à evolução da sociedade dos nossos dias, das nossas empresas, dos nossos clubes, dos nossos atletas, mas deixa alguns adeptos profundamente entristecidos ou até mesmo irritados. Se concentrarmos a nossa atenção na análise do desporto, ao colocarmos uma óptica comercial e de negócio levantam-se sempre barreiras por parte de académicos, adeptos, historiadores, reguladores e claro, espectadores. Será surpreendente classificarmos o desporto como um negócio? Talvez não, se atentarmos nas elevadas somas de dinheiro que auferem os melhores desportistas, sejam eles jogadores de golfe, pilotos de fórmula1, futebolistas ou tenistas.

Segundo um estudo sobre a repercussão económica do desporto no Reino Unido preparado para o Sports Council pelo Centro de Previsões de Henley demonstra-se que os gastos de consumo em desporto, excluindo os jogos de azar, são muito superiores ao gasto em outras actividades de ócio e lazer como trabalhos manuais, livros e revistas, aparelhos de música, discos, animais domésticos, jardinagem, fotografia ou computadores pessoais. Como terá dito o Director Geral do Sports Council a uma audiência americana de técnicos comerciais de produtos desportivos, os cidadãos do Reino Unido gastam mais dinheiro em desporto do que em pão.

No mundo do desporto aumentaram as discrepâncias económicas na mesma proporção da visibilidade que cada modalidade conquistou para si. Quando Michael Jordan se torna a verdadeira alavanca para o domínio da marca de equipamentos desportivos Nike enquanto líder mundial do mercado de produtos desportivos, quando a ida de um jogador como David Beckham para o Real Madrid serve, para além do benefício desportivo, como verdadeira acção estratégica apontada ao mercado oriental ou quando simplesmente a calendarização do campeonato do mundo de Fórmula 1 se baseia na atractividade económica de cada circuito, patrocinadores potenciais e perfil das estações de televisão de cada país, desfazem-se todas as dúvidas acerca da mercantilização do desporto.

Qualquer organização desportiva de hoje está na corrida para identificar novas fontes de receita que criem estabilidade económica a longo prazo. Quando antigamente o desporto era visto como a forma ideal para o exercício saudável do corpo, hoje em dia estamos perante uma verdadeira indústria que alicia adeptos de todo o mundo, de qualquer classe etária ou grupo social. As cadeias de televisão disputam os melhores momentos, os estádios transformaram-se em centros de entretenimento, os adeptos participam activamente nos espectáculos e as empresas utilizam o desporto como veículo de divulgação dos seus produtos.

Por tudo isto, creio que nos próximos anos teremos oportunidade de verificar um aumento da importância do marketing no desporto, quer a nível mundial, quer também no desenvolvimento desta área no nosso país. No universo dos profissionais de marketing a trabalhar no desporto em Portugal, contam-se já algumas dezenas de marketeers formados no IPAM nos maiores clubes do país, em federações ou ligas, nas grandes marcas de artigos desportivos ou na produção e gestão de eventos. Mais oportunidades surgirão nos tempos que se avizinham.

Daniel Sá (Director do IPAM Matosinhos e Docente da Área de Marketing)

in IPAM website

Posicionamiento de los servicios de salud en la mente del consumidor

Temas: Marketing Estratégico / Marketing de Serviços
Resumo:
El objetivo de este trabajo es proporcionar una síntesis de las investigaciones realizadas alrededor del concepto de posicionamiento estratégico en el sector servicios de salud, con una estructura final que recoja las principales áreas de actuación sugeridas en las investigaciones. Los cambios en el comportamiento del cliente, y el consecuente aumento de la competitividad acaecidos a nivel mundial, han llevado en los últimos años a aumentar la investigación académica específica alrededor de las posibilidades y políticas de posicionamiento en el sector.

Las investigaciones en forma de síntesis son utilizadas en áreas donde ha habido un fuerte impulso inicial pero sin esfuerzos consecuentes de estructuración; la situación del marketing estratégico en servicios de salud ha evolucionado de cuestionar su aplicación a cuestionar como sobrevivir sin él, y por lo tanto como ocurre en áreas de conocimiento en la misma situación, son necesarios esfuerzos de síntesis del trabajo realizado, con conclusiones e implicaciones sobre las principales políticas a desarrollar para posicionar uncentro sanitario en la mente de sus clientes.

Las conclusiones se centran en cómo estructurar una estrategia de posicionamiento, a través de las tres principales áreas de actuación ya desarrolladas por los centros habitualmente, como son la gestión de la marca, la localización del servicio y los factores ambientales; así como se ofrecen diferentes áreas de actuación para los directivos del sector salud.

Gerard Costa
in RPM 21

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E-mail Marketing

O e-mail marketing é neste momento uma das formas mais utilizadas de marketing directo, que pode ser apresentado sobre diversas formas: “Opt-in”; Opt-out”; “Permission Marketing”; “Viral Marketing” e “Spam”.

O objectivo deste tipo de comunicação é normalmente a apresentação de uma empresa e dos seus produtos, assim como a distribuição de publicações periódicas e também inclui todas as acções de marketing que utilizem o correio electrónico. As suas principais vantagens são: baixo custo, eficácia, rapidez, flexibilidade (de conteúdo e de formato) e ainda a possibilidade de o receptor reenviar a mensagem (pass-alongs).

O “Opt-in” consiste na autorização para a recepção de informação por e-mail, bastando para isso que o utilizador tenha manifestado em alguma página electrónica o interesse para receber informação sobre determinado tema, bastando para tal que active a caixa de validação que o autoriza. Existem empresas especializadas que possuem listas (bases de dados) de endereços dos potenciais interessados e que podem ser adquiridas pelas empresas interessadas nesta forma de comunicação. No “Opt-out” parte-se do princípio que o utilizador pretende receber correio publicitário. No caso de o não pretender terá que desactivar a opção que normalmente existe no final da página, após o botão de validação de dados, local que normalmente já não é lido pelos utilizadores. Por este motivo, esta é uma estratégia altamente questionável e que é frequentemente desagradável para o utilizador que vê a sua caixa de correio inundada com publicidade indesejada.

O acto “Opt-in” insere-se numa estratégia mais ampla, denominada de “Permission Marketing” que inclui não só a obrigatoriedade de ter autorização do utilizador para o envio da publicidade, mas também ter a garantia que o seu interesse se mantém, o que implica a interacção entre ambos, através de questionários onde se pretende saber o seu grau de satisfação relativamente ao conteúdo e frequência da informação. Demonstra, desta forma, uma maior preocupação pela satisfação do consumidor, conseguindo também obter um feedback e assim melhorar as estratégias a tomar.

O “Viral Marketing” pode revelar-se uma útil estratégia de marketing, que depende única e exclusivamente do utilizador. Baseia-se na estratégia do “passa-a-palavra” que consiste no reenvio da mensagem para a lista pessoal de endereços, com ampla disseminação da informação, multiplicando-se desta forma o número de eventuais compradores.

A facilidade da utilização do e-mail marketing pode degenerar numa forma abusiva e intrusiva – “Spam” – em que o utilizador recebe informação na sua caixa de correio apesar de não o ter solicitado nem desejado. Esta é uma forma ilegal de marketing que desrespeita os direitos básicos dos consumidores.

O e-mail marketing pode ser uma ferramenta vantajosa com a possibilidade de informar milhões de cibernautas, desde que utilizada de forma eticamente correcta retirando o máximo proveito das Novas Tecnologias da Informação.

Eng.º Nuno Conde

in IPAM Website